Saudade de um tempo que as frutas eram doces
As tardes eram de brincadeiras
Que nos almoços tinha pirão e cozido.
Saudade das manhãs no Catecismo e passeio no bosque
De banho no quintal e de lavar as bicicletas.
Tempo bom aquele que estar limpas tinha cheiro de Alfazema Suissa.
E a sujeira tinha pó de serra.
Tempo bom aquele que fazer pastéis era festa.
E a cada visita balas de leite e fruta-do-conde.
Por que passou o tempo do suco de mangaba,
Das tarde comendo umbu e seriguela?
A safra do amendoim cozido se foi.
Mas tudo bem, o tempo não é o mesmo aos meus olhos.
Mas aquele faz bater até hoje uma máquina chamada coração.
domingo, 7 de novembro de 2010
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